Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Eita Gota
    • Home
    • Brasil
    • Economia
    • Esportes
    • Mundo
    • Política
    • Ver Mais
      • Nordeste
    • Alimentação e Saúde
    Eita Gota
    Home»Cultura»Criadores de ‘GoT’ caçam aliens em O Problema dos 3 Corpos – 20/03/2024 – Ilustrada
    Cultura

    Criadores de ‘GoT’ caçam aliens em O Problema dos 3 Corpos – 20/03/2024 – Ilustrada

    Eita GotaBy Eita Gotamarço 20, 2024
    WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Email

    [ad_1]

    Dos dragões sobrevoando cidades medievais a naves espaciais refletidas nos arranha-céus do distrito financeiro de Londres. É uma mudança radical a dos produtores D. B. Weiss e David Benioff, dupla que criou “Game of Thrones” para a HBO e, agora na Netflix, lança sua primeira série desde o sucesso avassalador do drama fantástico.

    Com estreia nesta semana, “O Problema dos 3 Corpos” mergulha na ficção científica, numa realidade em que o mundo é ameaçado não por monstros alados, mas por extraterrestres que estão de olho na fartura e estabilidade do planeta Terra.

    “Há muita pressão envolvida no projeto, e isso seria verdade mesmo se estivéssemos trabalhando com um baixo orçamento. É um sentimento que opera num nível pessoal”, diz Benioff, que no meio do caminho roteirizou o mal avaliado “Projeto Gemini”, estrelado por Will Smith.

    Para além do envolvimento da dupla e do orçamento na casa dos US$ 160 milhões, cerca de R$ 800 milhões, “O Problema dos 3 Corpos” também se engrandece com o fato de ser a adaptação do primeiro romance asiático a vencer o prêmio Hugo, uma das mais importantes láureas da literatura de ficção científica.

    Equivalentes ao primeiro livro da trilogia “Lembranças do Passado da Terra”, os episódios que estreiam agora estão sendo gestados há quase cinco anos. Foi quando Benioff e Weiss leram o trabalho do autor chinês Liu Cixin e decidiram adaptá-lo, logo após o encerramento catártico de “Game of Thrones”. Só para assegurar os direitos autorais, levaram um ano.

    É difícil falar da série sem dar spoiler, já que o espectador só vai entender completamente diante de que tipo de história está lá para o meio da temporada. Seus protagonistas são físicos egressos de Oxford, algumas das mentes mais brilhantes do mundo, incrédulos com o fato de todas as leis que fundamentam seu campo estarem repentinamente deixando de fazer sentido.

    Com isso, uma onda de suicídios toma a área, com pesquisadores tirando a própria vida de formas absurdas e violentas, sem antes dar qualquer indício de que estariam enfrentando problemas de saúde mental.

    Entra em cena uma agência policial britânica, que tem por objetivo investigar casos que orbitam o campo do inexplicável. Seus agentes logo percebem algo incomum em todas as mortes –antes de tirar a própria vida, os físicos estavam passando horas dentro de um videogame de realidade virtual, feito a partir de uma tecnologia desconhecida.

    Não demora muito até um dos ex-estudantes de Oxford pôr as mãos num desses. Dentro do ambiente virtual, Jin Cheng se depara com o tal problema de três corpos que dá nome à série –a inconstância de três massas que orbitam o mesmo campo gravitacional. Só buscando soluções ela pode avançar para a próxima fase.

    São vários os núcleos de personagens, que demoram para ver seus caminhos se cruzarem. Há os físicos brilhantes, divididos entre aqueles que trilharam carreira na academia ou usaram sua mente para lucrar horrores; há os policiais que investigam os suicídios; há uma seita do fim do mundo, responsável por distribuir os videogames, e há uma senhora chinesa, que nos anos 1960 enviou um sinal para fora da Terra em busca de vida alienígena.

    Será preciso paciência, por parte do espectador, até que todas as peças do quebra-cabeça se encaixem. Mas como já fizeram em “Game of Thrones”, Benioff e Weiss, agora acompanhados do também showrunner Alexander Woo, fizeram da imprevisibilidade dos rumos de seus personagens absurdos que devem segurar a atenção do público.

    Liam Cunningham, que trabalhou com a dupla na série fantástica, em que viveu o gentil e sábio Davos Seaworth, diz que teve sua atenção capturada pelo fato de “O Problema dos 3 Corpos” ser “coisa de adulto”.

    “Eu fiquei de coração partido quando ‘Game of Thrones’ terminou, porque tudo o que um ator quer é um roteiro bem escrito. E a nova série tem uma escrita inteligente, te põe diante de questões morais o tempo todo”, diz o ator, que foi de lacaio para figurão da agência britânica que está no centro de “O Problema dos 3 Corpos”.

    A ele se juntam dois outros colegas de elenco de “Game of Thrones”, John Bradley, que viveu o atrapalhado Samwell Tarly, e o veterano Jonathan Pryce, que volta ao papel de líder de uma seita fundamentalista, depois de aterrorizar como o Alto Pardal. Benedict Wong e Rosalind Chao, que já lidaram com extraterrestres em “Doutor Estranho” e “Star Trek”, respectivamente, são outros nomes maiores num elenco relativamente desconhecido.

    Em meio à “boa escrita” à qual Cunningham se refere, e às complexas fórmulas físicas que por pouco não alienam o espectador leigo, os criadores infiltraram mensagens que se relacionam com o estado atual do mundo –a física chinesa que dá o primeiro passo para conectar terráqueos e extraterrestres, afinal, acredita que os humanos não merecem o planeta que têm.

    Não leva muito tempo para termos como negacionismo entrarem em cena, em episódios em que a exatidão da física se contrapõe ao extremismo da já citada seita. “Eu não diria que há uma mensagem na série, mas como ela é ambientada no nosso presente, achamos justo atestar que a ciência e o método científico estão sofrendo golpes de todos os lados”, diz Weiss.

    “A série questiona o que fazemos quando uma ameaça invisível se aproxima. Veja o que fizemos com a Covid, nem todos nos unimos em busca de uma solução. Isso destruiu famílias, relacionamentos”, completa Cunningham, que vê na cruzada alienígena da série um potencial de destruição ainda maior.

    A palavra invisível, aliás, sintetiza bem a ficção científica de “O Problema dos 3 Corpos”. Longe de enormes naves espaciais e de grandes efeitos explosivos, a série prefere fantasiar nas entrelinhas do roteiro, o que acaba por aproximá-la da realidade.

    Jovan Adepo, que interpreta um dos físicos da trama, brinca ao falar da verossimilhança: “Se a série apontar um caminho para o nosso futuro, então espero que a gente receba o Nobel de física”.

    [ad_2]

    Fonte: Uol

    alien aliens caçam corpos Criadores dos extraterrestre ficção científica folha Game of Thrones Ilustrada Netflix problema série serie-terror séries streaming televisão
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Telegram Reddit Email
    Previous ArticleCaixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4
    Next Article Três homens são presos com armas e explosivos em Cabedelo, na Grande João Pessoa | Paraíba

    Related Posts

    Em 20% dos municípios do Brasil, alunos do 5º ano da rede pública não sabem somar moedas de R$ 0,50 ou converter 1 hora em minutos | Educação

    agosto 14, 2024

    Pratos para dividir são a nova aposta dos restaurantes – 14/08/2024 – Restaurantes

    agosto 14, 2024

    Café puxa alta da Nestlé, que busca Brasil por meta de CO2 – 14/08/2024 – Café na Prensa

    agosto 14, 2024

    Pizza de larva de besouro faz Brasil campeão das comidas nojentas – 13/08/2024 – Cozinha Bruta

    agosto 13, 2024

    Sopa francesa de cebola é refeição revigorante para noites frias – 12/08/2024 – Receitas do Marcão

    agosto 12, 2024

    Já sentiu na taça o retrogosto do dinheiro? – 12/08/2024 – Isabelle Moreira Lima

    agosto 12, 2024
    Últimas Notícias

    Eleições 2024 em Macaé (RJ): veja os candidatos a prefeito e a vereador

    agosto 17, 2024

    Fies: CGU aplica primeira pena a instituição de ensino envolvida em esquema de fraude

    agosto 15, 2024

    Processos envolvendo Fies triplicaram de 2022 para 2023: ‘minha mãe vendeu uma casa de R$ 350 mil para eu cursar medicina’ | Educação

    agosto 15, 2024

    VÍDEO: Conheça o maior circuito de tirolesas da América Latina que chega a 400m de altura e até 120 km/h no ES | Norte e Noroeste – ES

    agosto 15, 2024
    Eita Gota

    Eita Gota é um Portal de Notícias com conteúdo diferenciado para os mais variados públicos. Qualidade da informação e notícias populares. Conta com Classificados e um Guia Comercial cheio de recursos.

    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Eita Gota | Todos os direitos reservados. | Desenvolvido por Network F5

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.