Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Eita Gota
    • Home
    • Brasil
    • Economia
    • Esportes
    • Mundo
    • Política
    • Ver Mais
      • Nordeste
    • Alimentação e Saúde
    Eita Gota
    Home»Cultura»Round 6: Netflix exalta política pública na Coreia do Sul – 15/02/2024 – Ilustrada
    Cultura

    Round 6: Netflix exalta política pública na Coreia do Sul – 15/02/2024 – Ilustrada

    Eita GotaBy Eita Gotafevereiro 15, 2024
    WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Email

    [ad_1]

    É sempre com surpresa que Don Kang, vice-presidente de conteúdo da Netflix na Coreia do Sul, diz ler os bons números que as séries produzidas no país têm conquistado. Recentemente, a empresa divulgou que 60% de seus assinantes consomem produções coreanas, numa prova de que “Round 6” não está só.

    Mas não devemos nos prender tanto aos números, diz o executivo à Folha. “Entreter o mundo é um trabalho rigoroso, então não podemos descansar.”

    A cerca de 160 quilômetros da capital da Coreia do Sul, Seul, um enorme complexo de sets de filmagem evidencia que a Netflix e o país como um todo têm planos cada vez mais ambiciosos para o audiovisual local.

    É no Studio Cube, com seus 32.000 metros quadrados e tecnologia de ponta, que a segunda temporada da série que rompeu as barreiras idiomáticas e foi indicada ao Emmy de melhor drama está sendo gravada. Outras produções coreanas da Netflix, como “Profecia do Inferno”, também a fizeram de morada.

    Com seus vários cubos metálicos enfileirados um ao lado do outro, o estúdio surpreende pelo tamanho. O pé-direito, ao entrar numa das salas coloridas de “Round 6”, dispensa a ajuda da computação gráfica para muitas das cenas megalomaníacas da série, elevando a importância e a inventividade do departamento de direção de arte.

    Erguida pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo na cidade de Daejeon em 2017, a empreitada mostra que os sonhos de grandeza da indústria audiovisual coreana são compartilhados por poder público e empresas privadas.

    Kang reitera que, muito antes de a Netflix chegar ao país, talentos e incentivos locais foram imprescindíveis para tornar produtivo aquele ecossistema –e o país, junto com a música e a culinária cada vez mais exportáveis, um exemplo de soft power no século 21, expandindo sua influência e relevância no globo por meio da cultura.

    “Várias formas de incentivo do governo tiveram uma influência positiva na indústria. Foi igualmente crucial o apoio do governo para que as nossas histórias fossem exportadas, dando assistência para a compreensão de outros mercados de filmes e séries”, diz Kang.

    Mas isso não quer dizer que a Netflix veja seu braço coreano como uma fábrica de produtos internacionais. O escritório da plataforma na Coreia do Sul segue uma diretriz que parece ser global, também destacada por Elisabetta Zenatti, equivalente de Kang no Brasil, em entrevista recente a este jornal.

    Cada escritório deve se preocupar com o público local e, justamente por isso, filmes e séries em língua não inglesa vêm conseguindo viajar para outros países cada vez mais. “Quando criamos séries que ressoam com o público local, elas têm potencial de cativar a audiência global, transcendendo as diferenças linguísticas e culturais”, diz o executivo.

    “As séries coreanas têm sido imensamente populares na Coreia, graças a seu ecossistema robusto, criativo, vibrante e cheio de talentos. E isso muito antes de a Netflix começar a estabelecer parcerias na região”, diz Kang, destacando diretores como Park Chan-wook, de “Oldboy”, e Bong Joon-ho, de “Parasita”, que foram pioneiros na atenção que o cinema sul-coreano recebe hoje.

    Apesar de a Netflix não divulgar detalhes sobre hábitos de consumo e assinaturas, o Brasil é hoje um dos principais celeiros de audiência para produções coreanas. Segundo a empresa, 75% dos assinantes brasileiros assistem a conteúdos produzidos na Coreia do Sul. No ano passado, 30 obras vindas de lá apareceram no ranking de mais vistos do Brasil.

    E não são só os k-dramas que fazem sucesso, impulsionados pela proximidade com as novelas latino-americanas e seus melodramas. Gêneros como fantasia, ficção científica e ação, representados por “A Criatura de Gyeongseong” e “Black Knight”, entre outros, bem como reality shows, como “A Batalha dos 100”, também encontram tração entre os brasileiros.

    A ligação entre Brasil e Coreia do Sul vai muito mais além, no entanto. Os dois países, hoje produtores de uma quantidade significativa de séries e filmes da Netflix, se encontram num debate complexo sobre os direitos e deveres das plataformas de streaming. Enquanto aqui a regulação do streaming avança em Brasília, lá o departamento de telecomunicações quer que seus lucros subsidiem a indústria local.

    Uma das principais medidas de políticas semelhantes adotadas em países mais protecionistas, como a França, determina uma porcentagem mínima de conteúdo nacional nos acervos. Já de olho nisso, a Netflix anunciou um investimento de US$ 2,5 bilhões, equivalentes a cerca de R$ 12,4 bilhões, em seu braço coreano, dobrando o que investiu no país desde 2016.

    Parte do resultado já foi visto na semana passada, quando o serviço anunciou sua enorme seleção de conteúdo coreano para este ano. Ao comparar o valor investido com aquele anunciado para os gastos no Brasil entre o ano passado e este, na casa do R$ 1 bilhão, fica claro que a Coreia do Sul é hoje a menina dos olhos da Netflix.

    O jornalista viajou a convite da Netflix

    [ad_2]

    Fonte: Uol

    Coreia Coreia do Sul exalta folha Ilustrada k-drama Netflix política pública Round 6 série séries streaming Sul televisão
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Telegram Reddit Email
    Previous ArticleSecretaria de Saúde confirma primeira morte por dengue na Paraíba em 2024 | Paraíba
    Next Article Mussa, rapper e youtuber, faz apresentações em São Paulo – 15/02/2024 – Teatro

    Related Posts

    Em 20% dos municípios do Brasil, alunos do 5º ano da rede pública não sabem somar moedas de R$ 0,50 ou converter 1 hora em minutos | Educação

    agosto 14, 2024

    Coreia do Norte vai abrir fronteira para estrangeiros em dezembro, dizem agências de viagem

    agosto 14, 2024

    Café puxa alta da Nestlé, que busca Brasil por meta de CO2 – 14/08/2024 – Café na Prensa

    agosto 14, 2024

    Pizza de larva de besouro faz Brasil campeão das comidas nojentas – 13/08/2024 – Cozinha Bruta

    agosto 13, 2024

    Sopa francesa de cebola é refeição revigorante para noites frias – 12/08/2024 – Receitas do Marcão

    agosto 12, 2024

    Já sentiu na taça o retrogosto do dinheiro? – 12/08/2024 – Isabelle Moreira Lima

    agosto 12, 2024
    Últimas Notícias

    Eleições 2024 em Macaé (RJ): veja os candidatos a prefeito e a vereador

    agosto 17, 2024

    Fies: CGU aplica primeira pena a instituição de ensino envolvida em esquema de fraude

    agosto 15, 2024

    Processos envolvendo Fies triplicaram de 2022 para 2023: ‘minha mãe vendeu uma casa de R$ 350 mil para eu cursar medicina’ | Educação

    agosto 15, 2024

    VÍDEO: Conheça o maior circuito de tirolesas da América Latina que chega a 400m de altura e até 120 km/h no ES | Norte e Noroeste – ES

    agosto 15, 2024
    Eita Gota

    Eita Gota é um Portal de Notícias com conteúdo diferenciado para os mais variados públicos. Qualidade da informação e notícias populares. Conta com Classificados e um Guia Comercial cheio de recursos.

    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Eita Gota | Todos os direitos reservados. | Desenvolvido por Network F5

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.