Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Eita Gota
    • Home
    • Brasil
    • Economia
    • Esportes
    • Mundo
    • Política
    • Ver Mais
      • Nordeste
    • Alimentação e Saúde
    Eita Gota
    Home»Economia»BYD lança Dolphin Mini de até R$ 100 mil e fala em mudança de cultura
    Economia

    BYD lança Dolphin Mini de até R$ 100 mil e fala em mudança de cultura

    Eita GotaBy Eita Gotafevereiro 28, 2024
    WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Email
    BYD lança carro elétrico de menos de R$ 100 mil e fala em “mudança de cultura” no país

    [ad_1]

    A marca chinesa BYD lança nesta quarta-feira (28) o carro elétrico Dolphin Mini no Brasil. Não houve anúncio oficial sobre o preço até a publicação deste texto, mas a expectativa é de que ele custe menos de R$ 100 mil. Mais do que aposta para expandir as importações de veículos da China e depois produzi-los localmente, na fábrica em construção na Bahia, o novo modelo faz parte da estratégia da empresa em popularizar a tecnologia no Brasil. A ideia é que o país seja o “hub” da marca na América Latina e Central.

    Dentre todos os desafios no mercado elétrico, como baterias, logística e desvalorização dos carros, o maior deles talvez ainda seja superar a desconfiança do consumidor.

    “É uma mudança de cultura”, reconhece Alexandre Baldy, conselheiro especial da BYD no Brasil, em entrevista à Gazeta do Povo. Porta-voz da marca chinesa no país, Baldy foi ministro das Cidades do governo de Michel Temer (MDB) entre 2017 e 2018 e secretário estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo entre 2019 e 2021.

    Por isso, para além do carro mais acessível entre os elétricos, a expansão da companhia inclui um centro de pesquisas e o desenvolvimento de novos produtos e negócios. Ou seja, não se concentra somente em vender carros, mas preparar a chegada deles. Exemplo disso são os investimentos em infraestrutura, como a instalação de 600 pontos de recarga em parceria com a Raízen.

    Os planos incluem uma mina de lítio – principal matéria-prima das baterias – em Minas Gerais, e a produção local de peças. Baldy diz que projetos de investimento na cadeia de produção estão em andamento e que o foco agora é colocar a planta baiana em pé e começar a fabricar carros elétricos brasileiros.

    Segundo Baldy, a empresa pretende dar início às obras da fábrica na próxima semana e mantém o plano de produzir no país ainda em 2024.

    A fábrica fica em Camaçari, no local da antiga Ford, e produzirá inicialmente os modelos Dolphin, Dolphin Mini e a SUV híbrida Song Plus, num total de 150 mil unidades por ano.

    Confira a seguir os principais trechos da entrevista de Baldy à Gazeta do Povo:

    Gazeta do Povo: Como estão as obras da fábrica? Já tem data para ela começar a funcionar?

    Alexandre Baldy: Nós estamos concluindo os projetos e obtendo as licenças com os órgãos necessários. Nossa perspectiva é de iniciar as obras na semana que vem. E continuamos com o objetivo de iniciar a operação em dezembro.

    Quais são os modelos que serão produzidos no
    Brasil?

    Inicialmente, nós produziremos três modelos: O BYD Song [SUV híbrido], o BYD Dolphin e BYD Dolphin Mini [lançado nesta quarta-feira].

    Haverá modelos produzidos e desenvolvidos para
    o Brasil?

    Todos que forem produzidos aqui serão desenvolvidos no Brasil. Aí ter conteúdo local é uma revolução ano a ano que vai tornando o carro cada vez mais nacionalizado. O centro de pesquisa e desenvolvimento, que será em Salvador, será um investimento no Polo Tecnológico na Bahia, e certamente terão desenvolvimentos de acordo com a necessidade.

    Agora, a BYD tem como filosofia a internalização da sua produção. Isso é natural. Começou a produzir o carro aqui, ela internaliza a produção de partes e peças. Ela faz isso por várias razões, principalmente pela segurança da uniformidade de fornecimento e também do controle de custo.

    Vocês dobraram a quantidade de funcionários
    para 10 mil. A produção também vai dobrar?

    Não tem essa informação sobre a dobra. O
    objetivo é a primeira etapa de 150 mil unidades por ano. Essa correlação teremos
    de forma mais assertiva quando a gente começar de fato.

    O consumidor brasileiro tem alguma preferência em carros elétricos? E como isso influencia a estratégia da empresa?

    Nesse momento é difícil falar porque corremos atrás dos objetivos que temos, de botar a planta de pé, começar a produção local e investir no centro de desenvolvimento e pesquisa. Mas é natural que, com toda a estrutura local, teremos condição de avaliar o mercado global e ele na solução local.

    Sem dúvida nenhuma, várias possibilidades poderão ser feitas, inclusive o desenvolvimento de tecnologias e soluções, de acessórios, de resultados que sejam convergentes com hábito e gosto do brasileiro. Assim como é o carro híbrido, por exemplo. O flex-fuel, em que se pode abastecer com gasolina, etanol ou carregamento elétrico, é uma realidade que só vai acontecer no Brasil.

    Na China é uma estratégia da BYD comprar outras empresas da cadeia. No Brasil a empresa estava interessada na compra de uma mina de lítio em Minas Gerais. Vocês compraram?

    Esse é um assunto que tem estado em andamento,
    mas por termos de confidencialidade não temos mais detalhes para poder compartilhar.

    A BYD quando chegou ao Brasil anunciou planos de
    abrir três fábricas. Como estão estes projetos?

    Em andamento, todas elas. Estamos fazendo
    projeto para começar a obra civil, não tem nada de detalhe para poder comentar.

    Há algumas reclamações na internet referentes aos atrasos nas
    entregas e falta de peças de reposição…

    Isso são coisas esporádicas. Temos um volume surpreendente armazenado aqui no mercado para que não haja nenhum problema de peças e atendimento ao consumidor.

    Hoje estas peças vêm da China?

    Extamente, assim como os carros.

    E depois virão do Brasil mesmo?

    Certamente.

    A BYD tem plano de exportar? Para onde?

    Também. O Brasil será o hub na América Latina, de atender países como Mexico, Argentina, Uruguai, e Latina América.

    A empresa fez parceria com a Raízen para instalar 600 pontos de recarga. Há outras parcerias?

    Com certeza. Trabalharemos com cada vez mais empresas que nos procurarem e que queiram ajudar a investir na expansão da infraestrutura.

    Estamos apoiando parceiros que queiram investir em infraestrutura
    para que ela seja ampliada. É uma mudança de cultura sair de casa com bateria
    carregada para que não precise mais de postos de combustíveis e não fique suscetível
    a aumentos, como tem ocorrido ultimamente nos preços dos combustíveis, como
    gasolina.

    Entre as questões dos potenciais consumidores,
    são levantadas dúvidas sobre a vida útil das baterias, custo para reposição de
    peças e desvalorização dos carros elétricos.  Como veem esses desafios?

    Com naturalidade. Temos uma indústria que tem preocupação e engajamento muito forte com meio ambiente e nós temos aí um plano muito sério de sustentabilidade. A BYD tem a sua frase mestra mundial como redução de um grau celsius de temperatura do planeta, então, não tenha dúvida que dentro cadeia produtiva vai ser bastante foco da empresa, e sobretudo a logística reversa, para que a gente possa ter esse comprometimento com o meio ambiente. Nós apresentaremos muitas soluções ao mercado.

    Eu estou mais preocupado com o que consumidor vai gostar do meu produto e chegar até o conhecimento dele, de elucidar as informações de híbridos e elétricos do que qualquer outra preocupação. O comprometimento é de levar carros de elevada qualidade, conforto, padrão de tecnologia e inovação com preço extremamente acessível.

    O que o senhor acha da taxação de elétricos e afins importados? Como isso afeta a BYD?

    Nós acreditamos na política de desenvolvimento e fomento à indústria e estamos investindo para ter uma fábrica no Brasil, e que aqueles que importarem que venham investir no Brasil para ter também produção local.

    O programa federal Mover (Mobilidade Verde e Inovação), que concede incentivos a determinados carros a combustão (a etanol, por exemplo, mesmo que híbridos) preocupa a empresa?

    Pelo contrário. Estamos atendidos e abrangidos
    pelo Mover. O projeto atende o mercado de novas tecnologias, não só carros
    elétricos e híbridos, atende as duas tencologias.

    Mas como ajuda vocês? Não favorece os carros a
    combustão?

    Ele (Mover) visa reduzir a emissão de gás carbônico e a descarbonização.

    [ad_2]

    Fonte: Notícias ao Minuto

    até BYD cultura Dolphin fala lança mil Mini mudança
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Telegram Reddit Email
    Previous ArticleVereadores pedem melhorias na saúde de Macaé
    Next Article Gol e Latam cancelam voos para Buenos Aires por conta de greve na Argentina; veja o que fazer

    Related Posts

    Processos envolvendo Fies triplicaram de 2022 para 2023: ‘minha mãe vendeu uma casa de R$ 350 mil para eu cursar medicina’ | Educação

    agosto 15, 2024

    VÍDEO: Conheça o maior circuito de tirolesas da América Latina que chega a 400m de altura e até 120 km/h no ES | Norte e Noroeste – ES

    agosto 15, 2024

    No atletismo, por que cada corredor dá a largada de um ponto diferente? Tema já caiu até no Enem | Educação

    agosto 9, 2024

    Partidos têm até hoje para escolher candidatos

    agosto 5, 2024

    Lula sanciona novo ensino médio com veto a mudança no Enem

    agosto 1, 2024

    Unicamp fará vestibular de manhã pela 1ª vez na história e atribui mudança a ‘eventos climáticos’ | Educação

    agosto 1, 2024
    Últimas Notícias

    Eleições 2024 em Macaé (RJ): veja os candidatos a prefeito e a vereador

    agosto 17, 2024

    Fies: CGU aplica primeira pena a instituição de ensino envolvida em esquema de fraude

    agosto 15, 2024

    Processos envolvendo Fies triplicaram de 2022 para 2023: ‘minha mãe vendeu uma casa de R$ 350 mil para eu cursar medicina’ | Educação

    agosto 15, 2024

    VÍDEO: Conheça o maior circuito de tirolesas da América Latina que chega a 400m de altura e até 120 km/h no ES | Norte e Noroeste – ES

    agosto 15, 2024
    Eita Gota

    Eita Gota é um Portal de Notícias com conteúdo diferenciado para os mais variados públicos. Qualidade da informação e notícias populares. Conta com Classificados e um Guia Comercial cheio de recursos.

    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Eita Gota | Todos os direitos reservados. | Desenvolvido por Network F5

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.