Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Eita Gota
    • Home
    • Brasil
    • Economia
    • Esportes
    • Mundo
    • Política
    • Ver Mais
      • Nordeste
    • Alimentação e Saúde
    Eita Gota
    Home»Economia»Governo Lula vence contribuinte na maioria dos julgamentos de STF e STJ
    Economia

    Governo Lula vence contribuinte na maioria dos julgamentos de STF e STJ

    Eita GotaBy Eita Gotafevereiro 23, 2024
    WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Email
    Governo Lula derrota contribuinte na maioria dos julgamentos do STF e STJ

    [ad_1]

    Em sua jornada para aumentar a arrecadação e atingir o equilíbrio fiscal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, contou, em 2023 com a “ajuda” de decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF). Em pelo menos 16 importantes julgamentos tributários, a União saiu vitoriosa na disputa com contribuintes.

    Se considerar as discussões que envolveram tributos estaduais e municipais, o placar para o pagador de impostos fica ainda pior: foram 34 vitórias para os entes públicos em 49 julgamentos, segundo levantamento do escritório Machado Associados, divulgado pelo jornal “Valor Econômico”. Estão incluídas na conta teses analisadas em recursos repetitivos, repercussões gerais ou consideradas relevantes pelos autores.

    Somente no primeiro
    semestre, a União venceu
    dez de 14 julgamentos tributários realizados nas cortes superiores. Em um
    único caso, no qual o STF autorizou
    a União a cobrar IRPJ e CSLL sobre incentivos fiscais concedidos por estados
    via ICMS, o potencial de arrecadação adicional chega a R$ 47 bilhões,
    segundo cálculos atualizados pela Receita Federal.

    A ajuda do STF ao Tesouro inclui ainda o julgamento que relativizou a chamada coisa julgada ao “quebrar” uma decisão antes considerada definitiva sobre a cobrança de CSLL. Não há uma estimativa do potencial de receita que o caso deve gerar – a própria Receita considera um impacto fiscal “reduzido”. A decisão, no entanto, criou precedente para a possibilidade de decisões transitadas em julgado poderem ser revistas, segundo especialistas.

    O Supremo formou
    maioria ainda para garantir a incidência de impostos federais como PIS e Cofins
    sobre receitas financeiras, como juros, em sentença desfavorável a bancos,
    corretoras de valores mobiliários, cooperativas de crédito e seguradoras. O
    impacto, para o Fisco, poderia chegar a R$ 119 bilhões, mas a Federação
    Brasileira de Bancos (Febraban) calcula que o débito estaria em R$ 12 bilhões, uma
    vez que várias instituições financeiras já estavam pagando os tributos desde 2015.

    Entre os casos que envolvem
    os Estados e o Distrito Federal, está a autorização para a cobrança do diferencial
    de alíquotas (Difal) do ICMS a partir de 5 de abril 2022 – contribuintes defendiam
    que o recolhimento valesse apenas a partir de 2023. O impacto estimado é de
    cerca de R$ 10 bilhões.

    “É positivo para o país que o Estado brasileiro tenha suas
    políticas tributárias ratificadas pelo Judiciário”, disse o procurador Paulo
    Mendes ao “Valor”. Segundo ele, é um recado para as empresas de que o Estado
    vem agindo dentro da legalidade e da Constituição. “Imagine se metade dos
    tributos brasileiros fossem inconstitucionais. Seria um caos o país.”

    Em outra decisão importante para as contas do governo – que, nesse caso não pode ser considerada uma derrota para o contribuinte –, o STF liberou o pagamento de precatórios por meio de crédito extraordinário, de modo a não infringir as regras fiscais. O entendimento permitiu que R$ 95 bilhões em dívidas reconhecidas pela Justiça fossem quitados em 2023 sem elevar o déficit primário.

    Mudança na relação com tribunais pode ter contribuído para vitórias do governo

    A sequência de sentenças favoráveis à União pode ser atribuída em parte a mudança na relação entre o Executivo e os tribunais. Poucos dias após o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ainda em janeiro de 2023, o governo instituiu o chamado Conselho de Acompanhamento e Monitoramento de Riscos Fiscais Judiciais.

    O grupo inclui Haddad, a ministra do Planejamento e
    Orçamento, Simone Tebet, e o advogado-geral da União, Jorge Messias. “Nós vamos
    atuar tecnicamente nos tribunais com muita força”, disse o ministro da Fazenda
    ao anunciar a estrutura.

    Entre os objetivos do Conselho está “fomentar a adoção de soluções destinadas a fortalecer e subsidiar as atividades dos órgãos de representação judicial da União, das suas autarquias e das suas fundações, no acompanhamento de eventos judiciais capazes de afetar as contas públicas”.

    O próprio Haddad conversou diretamente com integrantes da 1.ª Seção do STJ durante o julgamento referente à tributação federal sobre incentivos estaduais. Dias depois, o grupo esteve ainda com o ministro do STF André Mendonça, para tratar do assunto.

    Em setembro, o conselho divulgou um conjunto de medidas para “aprimorar o monitoramento de riscos fiscais judiciais”, que inclui, entre outras ações, “o estabelecimento de ações conjuntas com o Poder Judiciário para solucionar litígios”.

    Em outubro, após receber Haddad e Messias, além dos ministros das Cidades, Jader Filho, e do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e a presidente da Caixa, Rita Serrano, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, concordou em retirar de pauta um julgamento sobre o índice de correção do FGTS que estava marcado para o dia 18 daquele mês.

    Especialistas se dividem sobre interlocução do governo com STF e STJ

    O expediente divide especialistas entre quem considera a interlocução
    como “parte do jogo” e quem vê interferência indevida entre diferentes Poderes.

    “É notório que nos últimos anos os tribunais superiores estão relativizando os comandos contidos na carta constitucional, de modo a atender interesses políticos”, disse à Gazeta do Povo Luciano Ogawa, advogado tributarista sócio do Ogawa, Lazzerotti e Baraldi Advogados.

    No mês passado, em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, o ministro da Fazenda defendeu que o cumprimento da meta de zerar o déficit primário em 2024 não é prerrogativa exclusiva de sua pasta e incluiu o Judiciário na equação.

    “Não vai ser um ministro que vai conseguir entregar um resultado. Eu dependo do Judiciário, dependo do Executivo e do Legislativo. E até agora eu não posso reclamar de ninguém”, declarou.

    Em sua cruzada contra a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, Haddad já sinalizou que pode recorrer ao STF para questionar a decisão do Congresso de prorrogar o benefício até 2027.

    “Não existe da nossa parte nenhum ânimo de antagonizar. Nós queremos uma solução. Então nós vamos buscar o auxílio do Judiciário neste caso, mas também vamos apresentar ao Congresso […] uma alternativa ao que foi aprovado”, disse, em dezembro, antes da publicação da medida provisória (MP) 1.202, que estabelece a reoneração gradativa dos setores beneficiados pela medida.

    [ad_2]

    Fonte: Notícias ao Minuto

    Contribuinte dos governo julgamentos Lula maioria STF STJ vence
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Telegram Reddit Email
    Previous ArticleMuseu contrata fãs especialistas em Taylor Swift e drags – 23/02/2024 – Ilustrada
    Next Article Governo libera R$ 30 bilhões para pagar precatórios em fevereiro

    Related Posts

    Em 20% dos municípios do Brasil, alunos do 5º ano da rede pública não sabem somar moedas de R$ 0,50 ou converter 1 hora em minutos | Educação

    agosto 14, 2024

    Pratos para dividir são a nova aposta dos restaurantes – 14/08/2024 – Restaurantes

    agosto 14, 2024

    CENOURA/CEPEA: Preços sobem, mas seguem abaixo dos custos

    agosto 12, 2024

    Veja receitas para preparar no dia dos pais – 10/08/2024 – Comida

    agosto 10, 2024

    Olimpíadas 2024: veja se você conhece as bandeiras dos países dos jogos

    agosto 10, 2024

    A física por trás dos passos dos dançarinos de breaking que desafiam a gravidade

    agosto 9, 2024
    Últimas Notícias

    Eleições 2024 em Macaé (RJ): veja os candidatos a prefeito e a vereador

    agosto 17, 2024

    Fies: CGU aplica primeira pena a instituição de ensino envolvida em esquema de fraude

    agosto 15, 2024

    Processos envolvendo Fies triplicaram de 2022 para 2023: ‘minha mãe vendeu uma casa de R$ 350 mil para eu cursar medicina’ | Educação

    agosto 15, 2024

    VÍDEO: Conheça o maior circuito de tirolesas da América Latina que chega a 400m de altura e até 120 km/h no ES | Norte e Noroeste – ES

    agosto 15, 2024
    Eita Gota

    Eita Gota é um Portal de Notícias com conteúdo diferenciado para os mais variados públicos. Qualidade da informação e notícias populares. Conta com Classificados e um Guia Comercial cheio de recursos.

    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Eita Gota | Todos os direitos reservados. | Desenvolvido por Network F5

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.